Era uma rosa,desbotada e murcha,mas ainda assim não deixava de sê-la.
Suas pétalas pesavam e seu vermelho escarlate agora se transformava em um marrom sem vida. Não era notada no jarro onde estava,mas era observada minuciosamente por alguém do outro lado da sala.
Sua observadora descruzou os braços, tombando a cabeça num gesto delicado e praticamente calculado.Não conseguiu esconder as lágrimas que rápidas, fugiram por seu rosto molhando os lábios secos de raiva.
E num murmúrio qualquer,contrariou profundamente a ideia de jogar aquela flor fora dando-se conta que novamente enchera o jarro com água fresca.Sabia que ali alimentava um sentimento que há muito tempo morrera, mas quebrar a ordem natural dos fatos jogando-a fora seria como cometer um crime, exterminando o pouco de vida que ali restava.
E continuaria a alimentá-la até que restassem apenas farelos sem nenhum significado,na vã esperança de que o sumiço da rosa,também sumisse com seu coração partido.
Suas pétalas pesavam e seu vermelho escarlate agora se transformava em um marrom sem vida. Não era notada no jarro onde estava,mas era observada minuciosamente por alguém do outro lado da sala.
Sua observadora descruzou os braços, tombando a cabeça num gesto delicado e praticamente calculado.Não conseguiu esconder as lágrimas que rápidas, fugiram por seu rosto molhando os lábios secos de raiva.
E num murmúrio qualquer,contrariou profundamente a ideia de jogar aquela flor fora dando-se conta que novamente enchera o jarro com água fresca.Sabia que ali alimentava um sentimento que há muito tempo morrera, mas quebrar a ordem natural dos fatos jogando-a fora seria como cometer um crime, exterminando o pouco de vida que ali restava.
E continuaria a alimentá-la até que restassem apenas farelos sem nenhum significado,na vã esperança de que o sumiço da rosa,também sumisse com seu coração partido.
é.
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